Se o amor se acabou, se de mim se cansou, se assim se perdeu o que até então se viveu... Se a paixão se desfez, se o destino apagou, se a dor se instalou realmente de vez... Se as mãos se soltaram, se os olhos se desencontraram, se os passos seguiram caminhos distintos.... Se falta cumplicidade, que se sobre coragem, para ver que esse fogo já se foi extinto.
Poema escrito há mais de 15 anos, classificado no 6º Concurso Álvaro Nuno Pereira. Integra a obra Pérgula Literária VI, publicada pela Editora Valença em 2004.
Ensinei-lhe não a exclamação. A entonação ele já tinha! Eu ensinei foi o ponto, o tracejo da linha. Como se lhe dissesse: _ Pronto, filho, está apto a redigir preces, a rabiscar poemas, a se deslumbrar em frases quando queira.E prosseguiu a aula-brincadeira. _ Para falar de saudade, mãe, eu posso usá-lo então?Foi quando lhe ensinei os três pontinhos: saudade são reticências no coração...
3ª Menção Especial – honraria destacada no Prêmio Nova Poesia Brasil 2009.
Não. Nem mesmo um chamego traz de volta o sossego ao meu coração. Doeu muito, sim. Só eu sei que em mim se perdeu um pouquinho da minha ilusão. Carinho não apaga, quando muito esconde a mágoa onde a dor perde pra paixão. Briga de amor é batalha sem vencedor, nem medalha: tristeza e rancor em vão.
Inicie, se apreciar a música. Ela foi adaptada de uma melodia lírica do século XVIII chamada Plaisir d'Amour, do compositor italiano Giovanni Martini. Sua tradução:
Homens sábios dizem que só os tolos se apaixonam Mas eu não consigo evitar de me apaixonar por você Eu deveria resistir? Seria um pecado Se eu não consigo evitar que me apaixone por você
Como um rio que corre pro mar Querida isso segue Tem coisas que têm destino certo Tome minha mão, tome minha vida inteira também Porque eu não consigo evitar que me apaixone por você
Como um rio que corre pro mar Querida isso segue Como coisas que têm destino certo Tome minha mão, tome minha vida inteira também Porque eu não consigo evitar que me apaixone por você Porque eu não consigo evitar que me apaixone por você
Não era triste. Nem feliz. Vivia de uma alegria inventada. Sorria feito atriz. Disfarçava. E convencia, talvez porque brava. Quem ousaria perguntar a verdade? Parecia contente. E pronto. E ainda havia gente que a invejava por um conto de felicidade. O mundo é tão mesquinho... Não saberá das estrelas que há hoje em seu céu marinho.
Poesia não tem receita, mas pra ser bem feita precisa ser sua. Não se cata verso na rua! Ele vem da própria nata vinda do leite ainda no fogo. Poeta ferve palavras. E nelas polvilho canela, açúcar mascavo, favo de mel. Daí o brilho deste papel.
4 meses de blog! Obrigada a todos que se declararam adocicados aqui...
Guarda teu passado a quatro chaves. Destranca o cadeado apenas do que nos agrade. Mantém sob grades os atos que não dizem de ti. Responda-me se e só quando muito insistir. Assim o farei também. O amor se contorce de dor quando sabe além.