sábado, 6 de outubro de 2012

Estrelas


Espia, que o céu é comprido.
Confia, que o céu não tem fim.
Satélites mostram galáxias.
Quantas estão no camarim?

  

 
Poema minimalista inspirado na tela A Fronteira do Universo, de Carlos Zemek,
a qual retrata, a partir de fotografias do ponto mais distante do universo,
as galáxias mais longínquas e a fronteira tempo-espaço.

7 comentários:

L. Rafael Nolli disse...

Renata, é bonito mesmo o poema. Acertou em cheio. Parabéns pela conquista!

Tania regina Contreiras disse...

Parabéns, Renata. É ler e sentir por que a conquista.

Beijos,

Mauro Lúcio de Paula disse...

Renata, como você tem uma maneira tão simples para dizer as coisas mais profundas e belas, somente uma alma sensível e poética consegue dizer com tanta propriedade. Parabéns!

D'angelo disse...

Que poema bacana!! Gostei muito moça, parabéns!!!

Anônimo disse...

Parabéns Renata, o seu poema fortalece o concurso "Poetizar o mundo".
Isabel Furini

Pablo Rocha disse...

Quantas estão no camarim? Final arrebatador... Show!

Beijos!

Arco-Íris de Frida disse...

Realmente mereceu o premio... simples e bonito...