
Pequenina, dormia com Deus
e sonhava com os anjos.
Acordava com velas acesas
em meio a arranjos.
Minha mãe me falava de almas
e apontava o céu
como a casa do Pai.
Todos dizem
que a casa da gente
tem a aura diferente,
uma paz
que por nada
se esvai.
Meu avô
sempre esteve na nuvem
mais bela que havia
por detrás da colina.
Hoje entendo
o que diz o Pai-Nosso,
mas venho rezando
desde menina...
Escrito há mais de 15 anos.
Prêmio de edição no I Concurso Literário São Miguel em Prosa e Verso, realizado em 2004.
7 comentários:
A fé remove montanhas.
Tem a inocência e a esperança de uma menina doce por trás desses versos! Lindo.
Beijo!
Ainda bem....é bonito esse sentimento puro...Beijo.
Sim Renata e hoje é dia dela!
E este poema-oração-recordação fala de uma das orações mais belas - O Pai Nosso!
E fala bem. com poesia e graça como é seu estilo sempre.
Eu rezo todos os dias o terço!
ops tá na hora dele.
lindeza, preciso do seu email.
compulsaodiaria@gmail.com
Muito querido este poema! Agudez de menina poeta. Grande abraço
Sim, Luciane - até mesmo porque o escrevi faz muitos anos. Beijo também.
Realmente puro, Adriana. E adorei sua foto nova! Espero que esteja bem melhor!
Beatriz, você só me surpreende! Além da intensa produção poética, ainda reserva diariamente um tempo para o terço? Se bem que poesia e oração não me parecem tão distintas assim... rs
Obrigada, Guto, pela visita. Aprecio muito o que você escreve. Abraço!
Pra colocar atrás do santinho... muito legal!
Beijos!
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