quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Palavrão



Havia aqui
uma palavra
que se me dizia
brava
o bastante
pra te calar.

Decoro
maldito!
Seria
flagrante
delito
vocabular.


34 comentários:

marjoriebier disse...

=)))

Adoreeeeiiii!!!

(e ri. Alto!)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Palavras dizíveis...
Palavras não...
Palavão...

:)

O Profeta disse...

Apetece-me pintar a musica
Que me afaga a alma, desperta os sentidos
Apetece-me pintar-te o sorriso
Unir-te aos meus anseios antigos

Uma tela, universo ávido de um deus
Será o pintor o criador da cor do dia?
Um salteador das sombras da noite?
Ou apenas um semeador da nostalgia

Boa semana


Doce beijo

manuel marques disse...

Mas que grande palavrão,gostei.


Beijos.

Mile Corrêa disse...

Muito legal!
Sua escrita é gostosa de ler!
Vou te seguir.
Beijo

Marcos Satoru Kawanami disse...

palavrão é Boracéia, município paulista.

outro é a fórmula do merthilate, que, de tão grande, não lembro.

outro: ácido desoxirribonucleico.

agora, o que não combina é pegar piolho da Claudinéia...



beijóKawanami

Marcelo Novaes disse...

Renata,



Se ela se dizia brava o bastante, eu creio. E me calo.





Beijo.

Nydia Bonetti disse...

É... Às vezes o decoro nos faz engolir sapos. :) Adorei, Renata. Beijos.

A Moni. disse...

Admito palavrão pelo seu grau: é grande!

Por isso mesmo cometo o delito.
Palavra engasgada,
Idéia entalada,
Isso sim evito.

E depois da palavra (bem)dita
Saio leve, ilesa, impune
Nem culpada, nem aflita
De outras pragas e doenças, imune.


Redundantemente digo: Lindo, lindo, Rê!

Rosemildo Sales Furtado disse...

Palavrão horrível, e para muitos engravatados do planalto, de significado bastante desconhecido.

Adorei! Muito forte.

Beijos,

Furtado.

Adriana Godoy disse...

Renata, uma delicadeza tão forte esse poema. Também adorei. beijo

Hercília Fernandes disse...

Adorei o poema, Renata.

Contém humor e, ao mesmo tempo, inquieta: qual seria a palavra?
Fica a interrogação à [boa] educação...

Beijos,
H.F.

Marcelo Mayer disse...

sempre bom ler uma retórica poética

LLacerda disse...

"Decoro
maldito!
Seria
flagrante
delito
vocabular"

AMEI AMEI!

Renata de Aragão Lopes disse...

Marjorie Bier, acho que quase ouvi sua risada! : )

Francisco de Sousa Vieira Filho, nem tudo pode ou deve ser dito...

Profeta, muito obrigada pelos versos!

Manuel Marques, que bom que gostou do "Palavrão"!

Mile Corrêa, siga-me à vontade! Será sempre muitíssimo bem-vinda ao doce de lira! : )

Marcos Satoru, como sempre espirituoso... (risos)

Marcelo Novaes, brava como nenhuma outra! Mas jamais dirigida a você. : )

Nydia Bonetti, comentário certeiro: "o decoro nos faz engolir sapos"!

Moni, minha querida amiga infratora! (risos)

Rosemildo Sales Furtado, interessante haver reparado na gravata...

Dri Godoy, eu só consigo xingar assim! : )

Hercília Fernandes, tenho que preservar a interrogação! (risos)

Marcelo Mayer, muito grata pela leitura!

LLacerda, obrigada pelo "amei" duplicado e em caixa alta! : )

Um beijo a todos vocês!

Graça Pires disse...

Em flagrante delito, mesmo, o modo como brincas com as palavras...
Um beijo.

Assis Freitas disse...

palavrinha, lavra, escrevinha, artesã/soa poesia. abraço.

A.S. disse...

Renata...

Por vezes apetece cometer flagrantes delitos vocabulares!
Muita criatividade neste teu poema!


Beijos
AL

Fabio Rocha disse...

Ah, nenhum decoro me segura pra soltar o verbo não. :) Beijos

Úrsula Avner disse...

Oi Renata, muito bom ! Poema lúdico e criativo. Bj.

Fouad Talal disse...

Ei doce!

O poema porém
não conseguiu evitar
sua flagrante
arte
de versar.

Beijo!

Talita Prates disse...

Ai que eu fiquei toda morrendo de curiosidade para adivinhar a palavra grande que mereceu o poema!

rs

adorei, amiga!

Um BJO!

Talita

Daniel disse...

O poema de trás pra frente fica melhor ainda... Bjus.

http://submundosemmim.blogspot.com

Pedro disse...

Palavrão é para extravasar. Seu uso é restrito, mas necessário.

Lara Amaral disse...

hahaha!

Muito bom, fofinha!

Beijão!

Diu Mota disse...

'palavras ao vento'...mas fortes quando intencionadas.
Gostei muito da visita e vim no seu rastro. Estarei por aqui
Um abraço de uma desconhecida, mas fiel pela arte.
inté

Pedro Paulo disse...

Que menina mais diplomática, gostei de ver. Se fosse eu, teria dito o palavrão, com certeza. hehe. Mas tenho aprendido a internalizar a noção de decoro. Parabéns pelo poema. hehe. =)

Mateus Luciano disse...

sempre com a sencibilidade a flor da pele!

Solange Maia disse...

a maneira mais delicado do mundo de dizer um palavrão.

você é incrível... não canso de dizer.

beijo carinhoso

Í.ta** disse...

ficou ótimo, renata.

euri :)

parabéns,
e um grande abraço!

BAR DO BARDO disse...

Quebrar-lhe a cara,
dar-lhe um couro,
minha cara,
é quebra de decoro?!

Renata de Aragão Lopes disse...

Graça Pires e Assis Freitas, muito obrigada pela gentileza de seus comentários!

AS, Fábio Rocha, Pedro Paulo e Bardo, há situações e "situações"... (risos)

Úrsula Avner, Fouad Talal, Lara Amaral e Í.ta, que bom que gostaram do poema!

Talita Prates, manterei sigilo absoluto! : )

Daniel, que doideira! (risos)

Pedro, concordo com você: o uso do palavrão "é restrito, mas necessário". Como disse logo acima, há situações e "situações"...

Diu Mota, não somos mais desconhecidas! Aguardarei o seu retorno! : )

Mateus Luciano, sempre com a sensibilidade à flor da pele ou à beira de um ataque de nervos! (risos)

Solange Maia, que saudade! Obrigada pela visita e por suas palavras!

Um abraço a todos vocês!

Dilly ♥ disse...

Nossa, vc brinca com as palavrasdum jeito encantador!
Tô te seguindo, fofa. Acho que vou ficar presa na tua escrita por muito tempo...
Beeijos ♥

ErikaH Azzevedo disse...

(...) Exercite a transparência seja em sopros de tristezas ou suspiros de alegria
Apaga a cor do silencio, amarra a dor que vai dentro.
Solta o verbo , deixa-o livre e faz nele moradia.

...Erikah Azzevedo....

Mais do que o que se pensa, ainda prefiro a liberdade do dizer o que se sente.

bjinhos

Erikah