quinta-feira, 29 de abril de 2010

[des]Apontamento



A gente sabe muito um do outro,
mas duvido que se conheça.
Só se chega a uma vaga ideia
do que alguém tem na cabeça.


35 comentários:

Talita Prates disse...

Também duvido, Re!
Afinal, pouco nos conhecemos a nós mesmos!
Muito nos desapontamos conosco mesmos!

De fato, a ideia é vaga, muito vaga...

Portanto,
"É a bondade do Outro
(e a nossa própria bondade)
que passa a nos surpreender...

Um bjo, querida!
Adorei nosso "diálogo".

Tatá.

Lara Amaral disse...

Apontamento bem real esse, minha cara. Vc sempre com ótimas sacadas cotidiano-poéticas.

Beijo!

Renata de Aragão Lopes disse...

Duas amigas na estreia dos comentários!
Que alegria! : )

Tatá, meu poemeto realmente dialogou com a sua prosa! Adoro quando essa sintonia acontece!

Larinha, como o cotidiano e a idade nos ensinam...

Um beijo pra cada uma!

Marcelo Novaes disse...

Renata,



Quando se está preparado para olhar de frente o rugido do espelho?!






Beijo.

Daniel disse...

Ninguém se diz totalmente a outra pessoa. Há sempre um lugar dentro de si de restrito acesso. Bjus.

http://submundosemmim.blogspot.com

guru martins disse...

...e o que passa
pelo coração então?
nem pensar!

bj

Pensamentos da Mila disse...

O essêncial é invisível aos olhos...só podemo sentir.
Bjs
Mila

BAR DO BARDO disse...

É fato... percebido por ti...

Renata de Aragão Lopes disse...

Marcelo Novaes, encarar o espelho é bem mais fácil que compreender o Outro.

Sim, Daniel: todos guardamos mistérios.

Guru Martins, território inteiramente desconhecido!

Mila, e quando falham os sentidos?

Caro Bardo, é fato e fardo! (risos)

Abraços!

C@urosa disse...

Olá minha sensível e poética amiga Renata de Aragão, muito agradável ler seus poemas. A cabeça racional, o coração emocional, eu fico com o coração e o outro dentro dele e a gente vai levando e se amando.

paz,harmonia e mais inspiração em seus dias,

forte abraço

C@urosa

pablorochapoesias.com disse...

Quanto significado em tão poucas palavras! Pura maestria Renata! Minha admiração!

Ribeiro Pedreira disse...

Um dia se conhece, ainda que desaponte.

Adriana Godoy disse...

pode ser, pode ser...muito bom isso aqui. bj

ValériaC disse...

Renata é verdade...cada um de nós, somos universos imensos...
Lindo final de semana...
Beijos...

manuel marques disse...

Amei.

Beijos e bom fds.

Marcantonio disse...

Acho que é aquilo que chamam de irredutibilidade do sujeito... Da janela do cotidiano, uma grande sacada.

Abraço

Caio Rudá de Oliveira disse...

Fato.

Úrsula Avner disse...

Oi Renata, há grande verdade embutida em seus versos... Bj e um ótimo fim de semana.

Geraldo de Barros disse...

nossa alma é um oceano profundo de possibilidades, podemos mergulhar sempre, mas sempre teremos algo novo para encontrar em cada mergulho, até o mergulho pode ser reinventado

;)

beijos,
Geraldo.

Mirse Maria disse...

Pois é.

A verdade quando bem dita é bela.

Quando um dedo aponta alguém, há três que nos aponta.

Renata esse des[apontamento] está perfeito.

Voz e mente em uníssono!

Beijos

Mirse

Denise disse...

Ouso dizer que nem nos conhecemos tanto assim

afagos

Renata de Aragão Lopes disse...

C@urosa, quanto carinho! : )

Pablo Rocha, muito obrigada pela admiração! Sinta-se sempre bem-vindo ao doce de lira! Espero revê-lo por aqui!

Ribeiro Pedreira, acontece quando menos se espera...

Dri Godoy, Valeria C, Manuel Marques, Caio Rudá e Úrsula Avner, que bom ratificarem o poemeto!

Marcantônio, que ótimo comentário: "da janela do cotidiano, uma grande sacada." Adorei!

Geraldo de Barros, quantas descobertas a cada mergulho...

Querida Mirse, guardarei suas palavras com muita alegria! : )

Denise, não posso discordar de você...

Abraços a todos vocês!

Marcos Satoru Kawanami disse...

com certeza

disse...

Obrigada pela visita Rê(xará)!!! Aproveitei para ler um pouquinho no seu Blog e adorei. Lindo o que você escreve! Posso voltar outras vezes? Diz que posso diz...Bjos

Renata de Aragão Lopes disse...

Marcos Satoru, grata pela visita e pelo comentário!

Rê, fique à vontade para voltar quantas vezes quiser! : )

Beijos!

A.S. disse...

Renata,

às vezes é melhor não saber! :)


Beijos
AL

Ivan Bueno disse...

Oi, Renata.
Obrigado pela visita lá ao meu Empirismo Vernacular e pelos comentários. Estou começando a ler seu blog e já seguindo.

Deste aqui, faz pensar num fato irrefutável de que quanto mais tentamos conhecer alguém, quanto mais soubermos a respeito, mais teremos consciência de pontos de interrogação que pairam sobre o que conhecemos ou pensamos conhecer. Conhecer a si mesmo já é tarefa árdua, quanto mais conhecer a outra pessoa. Vaga idéia, mesmo.

Beijo, apareça mais, comente e siga. Bem vinda lá.

Ivan Bueno
blog: Empirismo Vernacular
www.eng-ivanbueno.blogspot.com

Solange disse...

como podemos conhecer o outro se, nem a nós mesmos conhecemos totalmente..rs
bjs.Sol

Daniel Duarte disse...

esta é uma das maiores verdades do mundo. O homem pode conhecer o universo inteiro, conhecer a origem do ser humano mais ele nunca vai saber quem ele é e o que faz...

Nydia Bonetti disse...

É assim , Renata. Sabemos pouco de nós, menos do outro e quase nada de tudo. beijo, boa semana!

tonhOliveira disse...




é "desapontaDOR"...

bjs!

Le Vautour disse...

Ah, como concordo com isso... e você ainda diz em versos! Maravilha!

J.F. de Souza disse...

constatação dessas que levamos um tempo para chegar a ela.
e, quando a ela chegamos, nos perguntamos:
e daí?

Valéria Sorohan disse...

Intensidade
Verdade
quase rima
com ilusão...
Precisamos crer, sempre!

BeijooO'

Felicidade Clandestina disse...

eu prefiro não saber mais... não conhecer dói menos.