quarta-feira, 2 de junho de 2010

Vasculha-dela



Será
essa mania
de revirar tudo
tão feminina,

porque,
um dia,
toda menina
brinca de casinha
e faxina?


30 comentários:

Florentino disse...

essa é a vossa natureza ,..,., para ser mulher do futuro tem de pasar por um teste. beijos

marinaCavalcante disse...

Creio que sim, Renata.

Desvendos e inventos em tuas tracejadas linhas rimadas.

Um abraço e te espero em meu blog!

Ribeiro Pedreira disse...

porque há um toque feminino na vida.

Solange Maia disse...

ou será que toda menina sonha em encontrar... ? e por isso não para de buscar... ?



amo suas palavras... prá mim elas são musicais...

gosto de repití-las, de falá-las em voz alta seguidas vezes... ficam ainda mais bonitas !


beijo grande Renata

Solange disse...

ou talvez venha da época da escravidão?
bjs..

Pedro disse...

Treinando pra vida...

Mirze Souza disse...

Muito lindo, Renata!

Misteriosa alma feminina aqui tão docemente desvendada!

Parabéns, amiga!

Beijos

Mirze

Marcelo Novaes disse...

Renata,



Huuuummmm.


Bom poema-pergunta.






:)





Um beijo.

Myrela disse...

Acho que é exatamente por isso... quem não brinca fica sem isso. Será?!

Olga Durães disse...

nasci com vocação pra brincar de casinha, mas pulo a parte da faxina

Gerana Damulakis disse...

Será? Mas já é uma pista.

Mailson Furtado disse...

Singelo,sereno,simplicidade, traduzem o que dizes.

PArabéns!

Fouad Talal disse...

ah o patriarcado...

o privado às mulheres e o público aos homens num mundo dividido em rosas e azuis de carrinhos e bonecas.

até onde escolhemos brincar do que brincamos?

lava, passa, cozinha, educa, cria os filhos, reproduz, reproduz, reproduz!

ah o patriarcado...

PERPLEXIDADE disse...

inevitável ventura feminina...

adorei!

beijo

Rosa Carioca disse...

(faço minhas as palavras da Olga Durães)
Seus poemas são "musicais".

'Ariane .( lla Belle )' disse...

Adoro a forma como escreve, mil beijos!

Eraldo Paulino disse...

Nossa, como eu tava com saudade de visitar-te. A vida anda tão corrida que a gente acaba não podendo acompanhar o que gosta.

Vocẽ e seu cantinho estão cada vez melhores.

Bjs de quem adorava (e por que não?) brincar de casinha e de médico com as amigas da minha irmã!

Ivan Bueno disse...

Oi, Renata.
Interessante seu poema-questionamento. Em psicanálise vemos que as brincadeiras infantis são uma forma de exercitar as futuras "funções sociais", dentro daquilo que assistimos. Esse seu questionamento passa por aí, mas o leque é bem amplo.
Beijo grande, apareça lá pelo Empirismo.

Ivan Bueno
blog: Empirismo Vernacular
www.eng-ivanbueno.blogspot.com

Geraldo de Barros disse...

oi Renata seu poema toca numa questão tão profunda mas de forma tão leve, gostei da maneira como vc uniu essas duas esfera, que na verdade não são duas, a leveza quando leveza mesmo, ela é profunda; assim como quando mergulhamos fundo nos sentimos leve em seguida. Lindo, mocinha.

um beijo,
Geraldo.

daniel duarte disse...

É uma das principais características da mulher... Ese toque feminino que faz o mundo girar melhor.

Parabéns um poema curto, porém tão belo!!!

t disse...

infelizmente, as meninas são criadas com casinhas e bonecas, os meninos com carrinhos e a rua. na minha humilde cabeça materialista, se existem traços femininos ou masculinos, foi construído ao longos de nossas vidas, pelo social. a pergunta é: a quem interessa essa divisão? quantas vidas e inspirações e criações e existências já perdemos ao longo dos séculos, afim de lavar a roupa, a casa, os filhos..
desculpe pelo comentário mais sério "pruma" poesia que me pareceu leve. mas fui cativado..

abraço!

Rodriguez disse...

Saudações,

Bem sempre que posso dou as caras por aqui, estava eu hoje a procurar na net um poema sobre os médicos e me deparo com o seu, senti-me muito feliz, parabéns pela obra que criaste!!!

Aqui é o imundo do blog CACOFAGIA.

Talita Prates disse...

Não sei... só sei que sou assim... rs.

SAUDADES, Re!
Andei meio sumida... Correria nossa de cada dia...

Um beijo ENORME,

Tatá.

Adriana Godoy disse...

Pode ser....muito interessante seu poema. Beijo.

Renata de Aragão Lopes disse...

Cada comentário,
um guardado...

Obrigada a todos!

Jéssyca Carvalho disse...

Beleza natural do "ser" mulher, do "ser" cuidadora. Acho que é isso (e muito me orgulho)...

Beijos!

Nayara Maia disse...

De onde vem, eu não sei!

Mas, viva a doce prerrogativa feminina de não ter que se explicar!

Obrigada pela visita! Volte sempre!

Beijo!

Flá Perez (BláBlá) disse...

hahahahahahaha!

que merda, né? rsrsrsrsrs

Sylvia Araujo disse...

rsrs É bem provável, né? Constatação dolorida, mas deliciosa. rsrs

Beijoca

Albuq disse...

Acredito que é inerente a mulher, afinal somos a tentativa de perfeição, procuramos deixar tudo perfeito, pronto, arrumado... é da gente kkkkk
bjs, lindo demais, agora que comecei tô lendo todos!