
Não.
Nem mesmo um chamego
traz de volta o sossego
ao meu coração.
Doeu muito, sim.
Só eu sei que em mim
se perdeu um pouquinho da minha ilusão.
Carinho não apaga,
quando muito esconde a mágoa
onde a dor perde pra paixão.
Briga de amor é batalha
sem vencedor, nem medalha:
tristeza e rancor em vão.
Escrito há mais de 15 anos.
42 comentários:
Isso não dá samba? : )
E dá mesmo! haha
Cartola ia adorar musicar um tema assim tão bem desenvolvido, Renata!
Que bom você ter publicado esse poema "velhinho". Faz bem tirar as coisas das gavetas! =)
Principalmente pra gente, que te lê!
Beijos!
concordo, querida, totaaalmente em vão ;o)
beijos e obrigada pela gentil visita
MM.
Até que vc. foi leve nesta briga...(rs)
Quando teve uma briga dessas, há alguns anos atrás eu disse:
"levo sob meus ombros/escombros de sonhos/cidades devastadas dentro de mim"
Obrigado pela sugestão ao meu trabalho poético. A palavra abraçar ficou mais leve e sonora.
Já está modificado, no último post.
Beijão.
Ricardo Mainieri
espero que seja ficção
e que você não esteja
triste assim
mas se tiver fazer oque
juntar as peças e re montar se
e começar tudo novamente
Eu pensando em uma sambinha de quintal, Filipe, e você cita Cartola? (risos) Quanta honra! Adoro publicar, de vez em quando, um poema meu bem antigo. Isso permite aos leitores - e, antes a mim - uma certa comparação de estilos e conceitos...
Fina Flor, obrigada pela visita e concordância!
Ricardo, nenhuma briga de amor é tão leve... (risos) Os estragos internos costumam ser irreversíveis. Fiquei muito feliz por haver acatado minha sugestão e alterado o seu poema. Como registrei lá no seu blog, ocorreu, de fato, uma partilha poética! : )
Mateus, fique tranquilo! Pura e simples ficção - escrita, aliás, há mais de 15 anos.
Um beijo, queridos!
Renata
Adoro desengavetar poemas antigos. Tenho feito muito isto ultimamente. Já pensei em dar fim neles, mas não consigo, afinal são pedaçõs do que fomos e sentimos, não é?
beijos.
Renata,
Isso poderia chegar a Lupicínio Rodrigues...
Mas tua leveza e teu senso de humor (felizmente) não permitem.
;)
Beijos,
Marcelo.
Dom Quixote foi quem disse: "O meu repouso é a batalha". Mas não a minha!
Achei lindo!
Hahahaha.. dá samba meeesmo! rsrs
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Um beijo e muita luz para vc...
Claro que dá samba!
daqueles bem gostosos... de partido alto com pandeiro e cuica...rs
tá uma beleza o poema.
abraço a ti.
Exatamente assim uma briga de amor e carrega nas palavras uma ritmada cadência de samba.
Bjs
Dá samba
éé... eu também pego mais pesado... pra acabar em deubulhamento de (m)água... rsrsrs..
há quinze anos a senhora já dava sinais belos, hein, moça!
e repito: ah, leia o "repto" do poetinha. eita briga boa, sô!
beijo.
Que é isso?! Você já tem mais de 15?!
Bom texto...
Sim, Nydia! Eles têm vida própria... Seria um crime destruí-los! : )
Marcelo, como ri do seu comentário! Obrigada pelas palavras - sempre!
Marjorie, grata pelo "lindo"!
Priscila, chegou a cantarolar alguma coisa? : )
Lira, que eu receba toda esta sorte e luz! Amém!
Você sambaria, Daufen? (risos) Obrigada por haver comentado, um a um, os meus poemas mais recentes!
Stella, que bom que também ouviu a cadência desse samba... : )
Cadência confirmada pela Katrina! Obrigada!
Campo de batalha, Nina! Citemos Vinícius, conforme sugeriu: "Sei de um bom lugar / onde contender / e haveremos de ver / quem há de ganhar". : )
Ah, Bardo... O tempo voa... Já tenho mais que o dobro de 15! (risos) Que bom que gostou do poema!
Beijocas!
Um samba delicoso, Renata. Essas briguinhas sempre dão música. beijo.
Nossa, e que tempo escreve tão bem, Renata! Muito gostoso ver o seu blog, as suas réplicas pertinentes. E ainda bem que passou a postar nessa nova plataforma. Já deve ter percebido a sensação diferente de tudo o que antes se viu. É a poeta dialogando com os seus iguais, numa concorrência sadia. Grato tb. pela sua companhia!
re ainda bem que isso é coisa do passado né?
bjs
tesoura
Brigas de amor... Acabam em maior paixão, quase sempre.
Beijos.
É normal acontecerem dessas brigas onde o coração fica muito machucado. Temos que tomar cuidado com as palavras porque elas ferem demais, e uma palavra dita não volta mais, e pode ferir muito. Mas tb não vale a pena ficar absoverndo aquilo. Bola pra frente que a vida segue.
Legal!
beijo
Renatinha, que orgulho ler o teu comentário no FDC ! Obrigado, doce de lira...
Concordo contigo, esse tema (do teu texto) dá samba mesmo...rs
Beijos !
Rogerio
Sambinha dos bons. E o talento é desde menina, hein?
Beijão, querida!
Oi Renata,
Bom saber que compartilhamos tanto brilho como caco! rsrs
Que lindo o nome Daqui: Doce de lira. Já o sinto derretendo em minha boca.
bjos,
antonia
vc tb é Aragão! E é de verdade..rs..
bjos
hahaha
adorei o
"não dá sambra"
suuuuuper dá samba!!!
Ranataaaa... que lindoooo!!!!
noss, vc disse tudo.. certeza!!!
é isso aiiiii..
nossa... acho que fiquei sem palavras!!!
ehehehe
adorei...
bjos
O "Senta que lá vem história..." já está atualizado!!
Que lindo o poema!!
Dor de coração é complicado mesmo!
bj
Sim, Re.
Sem vencedor, nem medalha:
mortalha.
E dá samba! rs
Bjo, amiga!
:)
E que os motivos e consequências dessa briga não existam mais.
Bjs
Muitoooooo fofo *-*, e dá samba sim :p
Que lindo!
Bah... servidora publica federal, que coisa mais chique... eu a recém estou na batalha pela OAB... e concurso não dá, eu não tenho disciplina alguma pra estudar... um horror! Tu estudava como?? Lendo, decorando, fazendo resumos?
Bjs
Briga sempre dá samba, Dri! : )
Paulo Rogério, muito obrigada pela atenção que dispensou ao doce de lira. Realmente, manter um blog de poesia tem me trazido incontáveis alegrias...
Graças a Deus, Tesoura, que virei essa página da minha vida! (risos)
Graça querida, concordo parcialmente. Há brigas que minam completamente os sentimentos...
Daniel, gostei muito do que você disse: a palavra fere!
Rogério, obrigada pelo comentário tão carinhoso... Espero que retorne com mais frequência! : )
Lu, minha amiga, samba sofrido esse... (risos) E não é que escrevo mesmo desde criança?
Antônia, seja muito bem-vinda ao doce de lira! Que bom que gostou do nome!
Sim, Bruno: sou Aragão - e com muito orgulho! : )
Clarinha, obrigada pela visita! E já "sentei" pra ouvir sua história! (risos)
Carolina, dor de coração nem tem remédio... Apareça mais vezes!
Talita, minha amiga: você percebeu que desengavetei um poema, escrito há mais de 15 anos, logo após aquela nossa conversa? (risos)
Mônica, felizmente tudo que era problema avoou! (risos)
Ariane, obrigada pelo comentário tão delicado...
Rê (minha xará), sempre fui muitíssimo disciplinada! Não acredito em fórmulas... Cada um deve descobrir o método que melhor lhe atenda. No meu caso, grifar a Constituição e os Códigos com canetas luminosas e coloridas funcionava bastante! No que puder lhe ajudar, conte comigo! Perseverança e sorte em sua trajetória! : )
Um beijo a todos vocês que, para minha felicidade, movimentam esta confeitaria!
Sabedoria popular (mas que nem todos sabem) em versos bem arranjados. Gostei muito, dói, mas é verdade.
Beijos!
Lara, dói muito,
mas passa!
Um beijo, querida! : )
É... Briga de amor dói sim, mas quando um dos dois é poeta, ao menos vira poesia, né mesmo?
Uma delícia de leitura, Renata; É bom de vez em quando revirar o baú e encontrar estes "pequenos tesouros" do passado; Além de contarem um pouco a nossa história, testemunham a nossa evolução poética.
Beijos mil e ótimo fim de semana!
Ariadna
Pois é, Ariadna!
Restaram-me poesia e aprendizado! : )
É delicioso mesmo reler nossos poemas antigos.
Faço questão de expor algum de vez em quando.
Obrigada pela carinhosa visita!
Excelente fim de semana pra você também!
Beijo.
Bonito poema Renata, ao qual eu acrescentaria:
"Briga de amor é batalha
sem vencedor, nem medalha:
tristeza e rancor em vão,
é perda de tempo então!"
Obrigado pela vista ao meu blog e, pelo seu comentário.
Um abraço deste lado do Atlântico,
CR/de
www.carlosribeiro-photos.blogspot.com
Ah! Se tiver tempo, veja o meu post "Devagar, devagarinho, parado..", crónica de viagem por terras e gentes de vida simples, que foi publicado no passado mês de Julho em 2 dos maiores jornais de Portugal.
Se gostar do meu espaço.. então, subscreva-o que terei muito gosto.
Bjs,
CR/de
"É perda de tempo então."
Gostei, Carlos!
Obrigada pelo acréscimo!
Certamente, visitarei seu blog.
Foi uma honra receber sua visita
- do outro lado do Oceano Atlântico! : )
Um beijo.
Sim, dá samba sim!
Esse samba de amor, samba que às vezes é choro...
Só não vale sambar em vão. Arrasta o pé e deixa pulsar o coração!
Sim, Moni:
samba ou chorinho! (risos)
Um beijo.
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